Mente como um ninho
Esses pensamentos emaranhados
Desceu o nó pra garganta
Embrulhou meu estômago
E o que eu não vomitei Saiu por onde deu.
Saiu pelos olhos, saiu na pele
Saiu na boca e na garganta que não grita.
A gente tanto guarda
Que no fim nem sabe o que é que tem
Acumuladora de pensamentos
Coleciona dores
Que nem mais a pertecem.
Joga fora isso aí menina
Que o que é seu é só tua essência
O resto, igual já disse Fernando Pessoa
São sombras de árvores alheias.
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