APRENDENDO
A liberdade de não esperar, nem buscar, pelo afeto de ninguém dói. Dói porque nessas horas é preciso se amar de verdade. É o espaço perfeito pra um mergulho em si mesmo que assusta, dá medo. Agora eu entendo porque era tão difícil te deixar ir(em). Porque eu sabia que só teria a mim mesma. Mas como, se até hoje eu não aprendi a amar quem eu sou, assim somente - tão - eu? Cruel, mas verdadeiro. Não, eu não odeio quem sou. Eu só talvez, ainda não tenha aprendido a me amar. É um processo, bem louco e longo por sinal. Mas é bem nesses momentos que a ficha cai. Ironicamente eu confio em mim, eu sei como me encontrar de novo a cada nova partida. Mas é o medo desse espaço que congela. O medo de dar de cara com o espelho e ter que ver toda a beleza que há ali. Realmente, não somos ensinadas a nos amar. Em todos os sentidos que este “nos” possa assumir. Felizmente, sempre há tempo para aprender.
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